sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Dia e noite, a gente. Sente ou mente?


Sabe que ando um pouco afastada do blog, talvez porque andam acontecendo tantas coisas e eu me perdi no caminho até aqui. Sinto falta de escrever, relatar minhas melhores sensações, me emputecer e jogar tudo aqui pra que todos leiam atentamente. 

Talvez receber atenção não seja algo do qual eu esteja precisando no momento. Eu preciso de gente. Sempre precisei. Mas acima de todos, preciso de mim mesma. Preciso me resgatar a cada tombo levado, a cada caminho mal andado. A gente tem o belo costume de refletir sobre os fatos, mas dificilmente os analisamos como deveríamos. Esperamos que algo caia do céu e nos dê a resposta que precisamos ouvir.
Por tanto tempo me vi sozinha, cresci sem amiguinhos. Hoje sei como é tê-los. Amo cada um, não só meus amigos, mas todos aqueles que passaram por aqui, deixaram um pedaço de si e levaram outro de mim. Gosto de vê-los distante, traçando seus objetivos sem aquela dependência doentia de que não conseguimos caminhar sozinhos. 
É certo que não conseguimos viver por muito tempo com a pessoa que somos, mas tudo que temos dependeu de nós pra estar aqui ou não. Todas as pessoas que temos estão aqui porque nós fomos suportáveis, soubemos dosar nossa personalidade pra não se tornar um encosto. Somos dignos de ter pelos menos dois ou três aplaudindo a nossa vitória.

Ser digno é levantar todos os dias e agradecer a vida por nos ter dado sempre novas oportunidades, dias melhores, manhãs mais completas. Por ter nos presenteado com o dom da conversa, do bom papo, o dom do toque, o dom de sentir. Sentir as vibrações positivas, sentir o abraço, a sinceridade no sorriso. Por ter nos aguentado por todos esses anos sem nos tapear até nos arrependermos de tudo de ruim que fizemos. Por ter nos feito chorar quando devíamos vibrar, por ter nos feito rir quando devíamos calar. 
Foram esses pequenos deslizes da vida que formaram a grande pessoa que somos. 

E se ainda preservamos aquele que nos tornamos em tempos ruins, seremos sempre melhores em tempos bons. Porque a gente é feito de pó, pedra, cinza. E todas essas coisas ruins conseguiram originar a matéria que hoje está a se manifestar. O corpo que hoje se põe a gritar, chorar, pular, amar, sonhar! SER. Acreditar.



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Quanto custamos, quanto queremos custar.

Ter um papo com a gente. Ora simples, ora complexo.
Reconhecer seus erros é tão doloroso para seu ego, porém é um ato necessário. Aprender a olhar pra dentro de você, ver que a vida será a mesma se tu não mudar, não lutar. É tão mais simples corromper-se no tempo, como se cada vírgula que pensa fosse mais uma incógnita eterna, sem resposta, sem continuidade. Crer em si mesmo está a cada dia mais complicado, mesmo sabendo de nossa capacidade, é difícil ter que seguir em frente com tanta dúvida na cabeça.
E do quê realmente precisamos? Será que precisamos? De onde vem tamanha necessidade? Da gente pra gente.
Nada é tão cruel quanto não estarmos contentes com a própria pessoa da qual nos tornamos a cada dia. É preciso reconhecer-se, amar-se, descobrir-se, perder-se, reencontrar-se. Aprender a se recuperar a cada queda, afinal ela é livre, nós a tornamos livre.
Queremos nós, profundamente, sermos livres o suficiente para sermos tudo aquilo que sempre quisemos ser? Sim, queremos. Mas todos aqui sabem o preço de ser quem somos?

A gente não fala, a gente faz. Constantemente. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

eu sei, pouco sou











É engraçado a forma como os sentimentos vêm a tona na nossa cabeça, é como se o tempo todos eles existissem, fizessem parte de nós. Talvez até seja verdade, eles realmente fazem, mas porque são tão obscuros, inexatos, malandros? Por que nos apunhalam pelas costas, num momento difícil, tomando-nos tudo que temos e ainda, mais um pouco?Todas as vezes em que estive chata, triste, cabisbaixa, senti todos esses sentimentos podrinhos, pouco a pouco, me envolvendo, sufocando. Quem me dera descobrir o porquê de tanta asneira. Se no fundo eu os devesse sentir, ei de existirem dias melhores pra isso. E sim, acredito estar certa. Errado está meu coração, em demorar a crer que não necessito mais de tanta coisa assim, que o que sinto hoje é suficiente para os próximos doze meses. Que não quero intensidade, emoção, choro.
Como vou animar minhas criancinhas com um olhar triste, demasiado, cansado, de cabeça cheia? Se disser que não consigo seria uma injúria de minha parte, mas ultimamente isso anda se tornando cada vez mais difícil pra mim. A barra está ficando cada vez mais pesada. Ou talvez eu não saiba mesmo fazer o papel de uma balança. É isso! Não sei ser uma balança.
Posso fingir não estar sentindo o peso das coisas, afinal, quem determinou esse peso foi eu mesma, e quem melhor para diminuí-lo? Mas tudo parece tão fácil quando confabulamos com nós mesmos. É tão simples me desfazer dessa mania feia de intensificar a morte de uma planta, só que enquanto digo ser simples, tento me convencer erroneamente de que é, pois tenho absoluta certeza de que não é.
Sei que a maior parcela de culpa por eu me sentir assim, desprotegida, fraca, porém forte (?), é minha. Sei dos meus limites, mas adoro testá-los, ultrapassá-los. Subordino à mim mesma com a intenção de descobrir até onde vai minha paciência, minha fé no melhor, e foi nessa subordinação que me perdi. Tentando me tirar do sério, acabei frustrada por finalmente conseguir. Pior do que alguém te torrar a paciência, é torrar-se a si mesmo. Fica difícil lidar com o auto-perdão, afinal, não é algo que devêssemos fazer sempre.
Estou um pouco cansada de mim, peço-me encarecidamente um tempo pra minha cabeça refletir sobre meus princípios. Ultimamente eles andam falhos, mas além de ultimamente, frequentemente também.
Att, eu.

o vento levou; passou.



''

Mais vale um bom mentiroso do que um falso ditador.
O bom mentiroso fala do que gostaria de fazer, apesar de conjugar tudo no passado, como se já houvesse feito. Já o falso ditador julga tudo àquilo que fazem tentando esconder de si mesmo sua própria realidade, engana-se e se esconde atrás de uma máscara chamada: hipocrisia.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Crescer, aprender, crescer, amar

Tem coisas que nos deixam altamente emputecidos. E as pessoas insistem em testar nossa paciência, não é mesmo? Ora pois, foi assim que aprendi a me virar: pegue sua mulher e coloque-a em um táxi -hhahahhaahhaah. Não, não foi isso. O que eu aprendi foi que em todos os melhores e até mesmo os piores momentos de nossas vidas, a proporção de aprendizado é sempre muito maior do que a dor ou a felicidade que sentimos ao atravessá-lo. A calma ao lidar com os fatos gera também mais conhecimento, conteúdo. A forma como enfrentamos algumas coisas revela, profundamente, quem realmente somos e é em momentos assim que descobrimos também quem é da gente e quem não é. Devo agradecer sinceramente à muitas pessoas, mas fica difícil citá-las aqui. Então, fiquem com meu abraço em seus corações como uma forma de retribuir tudo que à mim prestaram.
É importante ressaltar que existem coisas que o tempo não saberá explicar, embora pareça uma equação quase óbvia, ele não saberá seu resultado. O resultado não é necessariamente o fim, o resultado consiste muito mais no caminho até ele, do que nele mesmo. Os caminhos surgem de acordo com o nosso crescimento.. parece brincadeira, mas os espertos sempre chegam na reta final em primeiro lugar. Realmente os admiro, mas jamais deixarei de pensar que minhas joias raras foram encontradas em escombros de algo ''sofrido'' de se ter, terminar, continuar.
Nasci duas semanas atrasada, morta, roxinha. E foi aí que minhas lidas com a vida se tornaram árduas. Fiquei muito doente, meu coração não respeita todo o resto do meu corpo e meu cérebro também não. Há um certo orgulho disso, mas não sei até onde isso é bom. Minha luta: infância X convulsão, sempre foi um enigma mortífero e muitas vezes me perguntei porque tinha que ser assim. Percebi então, com o passar do tempo, que o controle que consegui ter naquele tempo é muito utilizado hoje, quando as coisas não vão bem. Quando pequena tive que deixar de correr muito, ou de pular -por causa de um aparelhinho que controlava meus batimentos- e agora tenho que deixar de correr e pular também.
Querer intensificar as coisas de um modo extremo passou a ser escasso pra mim, pois sei que a força não pode vir somente de um lado, senão a aversão surge e o desamor se torna mais frequente do que qualquer outro sentimento. Não posso pular nenhuma de minhas fases, nunca pude. Posso evitar facilmente qualquer tombo, pois tive que me precaver quando pequena.
E foi neste caminho triste de não ter amigos, de não brincar de panelinhas somente eu e minha boneca que eu aprendi que é pelo caminho mais longo que encontramos as menores e mais brilhantes coisas. Tive que analisar tudo minuciosamente, porque nada muito grande ou que me causasse grande emoção pôde me acontecer enquanto estive debilitada e afastada de fortes emoções. Foi assim que a Jasmine que tanto ama abraços, amigos, sinceridade, amor, conversas, vinhos em noites frias, ombros confortáveis, casa cheia, surgiu! De uma poeirinha bastante significativa de um passado nada comum.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Um interior vazio

Na primeira noite fria deste ano alguma coisa bateu na porta da minha consciência, algo forte, difícil de explicar. Talvez eu até saiba o nome disso, acredito ser Jasmine. Sei que parece complicado admitir, mas por dias estive parada, olhando-me ao espelho, diante de tudo o que vejo, descobri que pouco conheço.
Existem muitas coisas que me deixam triste, MUITAS MESMO e eu sinto por não ter admitido isso e por não ter valorizado tudo que veio até mim por medo que elas me deixassem suficientemente triste para nunca mais querer viver aquilo. E foi no meio deste processo todo que me perdi, que fiz muitas pessoas queridas tristes, por momentos. Não sei se as poupei de algo pior ou se inibi delas algo que podia ser válido o bastante para ser inesquecível.
Hoje me sinto exausta, incompleta, só, fria, mal educada, mal agradecida, uma legítima pessoa que sempre julguei. Tenho o perfil de alguém que nunca gostei e de tanto falar e me referir como um ''troço'' ruim, me tornei um pior, pois sou eu!
Sei que voltar no tempo para acertar as coisas só vai ME poupar, que é algo que não devo fazer, porque pela primeira vez eu senti a dor de ser quem sou. Sou durona, sou uma desgraçada. Eu esqueço dos outros por pensar muito em mim sem pelo menos saber quem sou.
Há pessoas que sabem lidar muito bem com esse gene e outras que não ligam muito para isso, mas que regressam à sua frente depois de um tempo, JOGAM o que sentiram esse tempo todo por ti, aí ficas estupefato com aquilo, tendo a ''quase'' certeza de que sempre foste alguém tão legal.
Me desculpem meus antigos, novos-velhos, recentes conhecidos, velhos amigos, bons, atuais e eternos amigos, mas nesse trajeto todo eu cuidei demais e fiz uma gigantesca questão de que tudo fosse perfeito, de que ninguém se iludisse, se humilhasse ou sentisse algo que eu não quisesse sentir também, e por cuidar demais, me descuidei. Fui intolerante demais com as circunstância e mereço qualquer cuspe que dedicam à mim.
A/C Emerson Hoffmann Ribeiro - Mémi.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Se eu já fiz alguém feliz?

Sim, hoje, ontem. Todo dia faço. E eu fico mais feliz ainda ao olhar pra trás e observar como as coisas surgem, como as ligações entre elas, apesar de recente, é forte e quase imbatível.
Gosto da rapidez com que tudo surge e com que a nossa relação de amizade, ou seja lá o que for, surgiu também. Me sinto calma e livre ao saber que alguém é semelhante à mim, que esse alguém sabe como lidar com o fato de que eu não perdi a vontade de sonhar e nem de planejar coisas fúteis e quase impossíveis, vistas pelo mundo em que vivemos.
Preciso dizer que encontro-me um tanto quando surpresa com algo assim tão depressa e conquistador e doce e compreensível. Preciso também agradecer às circunstâncias por terem sido as certas pra eu conhecer todo mundo que conheço até hoje, se elas fossem diferentes, os laços jamais seriam tão fortes.
Não podemos perder tempo, pois a morte que és tão forte pode nos beijar até num escorregão idiota, cabeça no meio-fio, e então, o que sobrará de nós? Uma carcaça que jamais vibrou.
Obrigada à todos por terem embarcado na minha nave, que agora é nossa e terem aceito que as minhas viagens tem um bom motivo pra acontecerem, que a minha vida tem um bom sentido pra ser vivida, e que todos os nossos planos se tornarão realidade se apostarmos em nós mesmos.

Jasmine Pereira Vieira - A/C de Emerson Hoffman Ribeiro.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Você já fez alguém feliz hoje?


Fumódromo... Odiado por alguns, frequentados por muitos... E você, prestes a fazer amizade em qualquer lugar que frequenta e com qualquer pessoa que passa em sua vida.
Às vezes passamos anos de nossas vidas convivendo ao lado de "amigos" que juramos amizade eterna, pouco tempo depois essas pessoas passam por você na rua e mal te olham na cara. Mas existem amizades que nascem do nada. Em pleno fumódromo por trás da fumaça de cigarros, das luzes de apartamento, e ao doce som do Rock'n Roll. Um simples olhar, uma simples piada que poderia acabar ali. Não satisfeito com isso levamos a amizade para dentro de casa, o popular "facebook", conversamos algo sobre da noite passada, jogamos conversa fora, papo vem, papo vai, vamos descobrindo nossos desejos em comum e percebemos que não é mais uma simples amizade, descobrimos que temos muitas coisas em comum. O desejo de um mundo mais feliz onde cada um deve fazer a sua parte. E porque não nos juntar e tatuar um coração na Lua? A felicidade encontra-se dentro de cada um de nós, cabe à você decidir se vai querer transmití-la para outras pessoas ou se vai querer guardá-la para si.
E quando vamos compartilhando a felicidade um com o outro percebemos o quanto essa pessoa nos faz bem, parece que ela esteve sempre ao seu lado, acompanhado seus planos, seus sonhos e seus desejos. Navegamos em outros mundos, voamos para longe deste, criamos planos mirabolantes esquecemos tudo de ruim que nos rodeia, nos perdemos em um mundo de ilusão, onde todos os nossos sonhos se realizam, onde todas as pessoas são felizes e os problemas desaparecem.
Então, por isso, seja feliz!

Emerson Hoffmann Ribeiro.

 




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Alô, 2012? Chegaê!


As vezes merecemos um pouco mais de consideração, não somente nós, mas tudo a nossa volta. Devíamos aprender a amar um pouco mais, a sonhar mais, acreditar no futuro como algo próspero mesmo que as condições nas quais nos encontramos não sejam tão favoráveis para que isso seja real. Acredito que poucos de vocês tenham pensado que este ano, além de novo, será regenerador. Isso não foi eu quem determinou, fomos todos nós à medida que o tempo passou.
Este ano vamos deixar pra lá todo aquele papo mole de não saber quem somos, nem pra onde vamos ou o que
faremos parar melhorar nossa vida. O instante exije de nós muito mais do que pensamos porque tem a certeza de que somos capazes de subir na máquina do tempo e agir de acordo com tudo, desde tempo, circunstâncias, dias, horas, até borboletas.
Desta vez não vou escrever um texto todo regrado aos bons costumes do português, parágrafo ali, ponto aqui, vírgula acolá. Quero que esta postagem transpareça tudo que o ano de 2012 vai ser para mim. Além de um ano de muitas conquistas, será também um ano objetivo, ao contrário de 2011, este ano será repleto de coisas úteis e não fúteis. Vou administrar melhor o meu $ e o meu ♥. Nada do que está presente neste último item irá embora, não eliminarei nada e nem ninguém, só vou controlar minhas fúrias, meus sentimentos e minhas ambições para que eu não seja melada demais e nem dura demais em minhas quedas.
Vou, assim como todos irão, precisar da ajuda constante de terceiras pessoas. Nossos amigos, nossa família, é tempo de valorizar o que se tem ainda, porque sei que estamos acostumados à sentir falta do que não temos mais. Desejo-lhes que, acompanhados de suas devidas pessoas, sejam mais felizes, brindem, brinquem, sorriam, chorem, dramatizem, muito mais. Intensifiquem tudo, até um cortezinho no joelho, aqueles típicos de tombos de bicicleta. Apaixonem-se muito, por qualquer pessoa, quando o romance acabar, sigam em frente e aprendam a tirar coisas boas de tudo que acontece nessa vida! Nada aqui é por acaso. Há sempre um motivo, aquele do qual você não vai descobrir no tempo certo, ou talvez morra sem saber.
Por fim, agradeçam tudo, independente de qual for a sua crença, ou seu deus, ou sua força regente do mundo. Somente agradeçam. Agradeçam a si mesmos, se for o caso, por tudo que têm até hoje, pelo que terão, pelo que farão, pelo que vão adquirir ao longo do tempo.
Sobrevivam em sua própria bagunça, enquanto houver vida. Adaptem-se ao seu sistema. Só.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Só o que resumem, palavras são.

           Neste momento sinto-me decepcionada coom a política de nosso país. Eu que sempre procurei me inteirar dos assuntos e notícias, percebo, hoje, que devia ter me poupado de tanta ''asneira''. Inúmeras vezes apliquei que os jovens estudassem seus candidatos antes de votar em algum. Mas a questão é, justamente, essa: nós jamais saberemos quem as pessoas são e quais são seus limites e valores.
           Sobre a nova reforma no ensino, confesso estar confusa, assim como muitas outras pessoas e, principalmente, professores do Estado. Quanto a esta questão é importante lembrar que todos nós sofreremos com ela, direta ou indiretamente. Muitos de nossos políticos não sabem nem como vão estruturar as escolas para receber este projeto inovador, logo, fica extremamente difícil manter a calma.
           Nossos educadores sentem-se exaustos, trabalham conosco e nos educam, muito mais por amor do que por qualquer tipo de consideração do Governo para/com eles, creio que o que os leva a serem quem são é sua determinação em garantir um bom futuro à nação, um futuro alfabetizado, enfatizado na boa fala, nos bons costumes e na ÉTICA; e é exatamente nesta palavrinha que encontra-se a enorme ligação entre o amor destes humanos pela busca constante por melhorias e o modo como o Governo restribui estas atitudes preciosas e essenciais. Talvez o modo como pensam estar valorizando os esforços de nosso professores não esteja sendo eficaz. Mas eu acredito que todos que ocupam seu devido cargo, fundamental no governo, sejam grandes o bastante para reconhecer seus erros e, maiores ainda para reverter qualquer situação antes que a mesma se agrave.
           Gostaria que houvessem muito mais respostas do que perguntas, que todas as pessoas, mesmo aquelas que sofreram algum tipo de injustiça, tivessem um espírito um pouco mais justo e ético, que olhassem para o mundo e o vissem do jeito que, realmente, é; que fossem mais lúcidos e que implantassem projetos que condizem com a NOSSA realidade. E se quero tudo isso é porque eu, definitivamente, cansei de tanta insanidade!

domingo, 9 de outubro de 2011

Molécula mutante, amor constante

           Apareço quase que nunca neste blog e geralmente é com a intenção de relatar o que sinto, usando de coisas para expressar melhor.
           Hoje vim contar-lhes do quanto estou me sentindo bem com esta nova fase em minha vida, confesso-lhes que sofri para aceitar tudo isso, mas foi por um ótimo motivo. Eu penerei tudo, pessoas, coisas, alimentos, trabalho, notinhas.. de tudo o que achava ter, pouco sobrou, ou quase nada. Me arrependo friamente por nao ter passado muitos finais de semana em casa com a minha família, parece que hoje, ao observar a harmonia que surge devido a união, sinto que perdi muito coisa enquanto passava noites a fio na casa de alguém que não conhecia de cabo a rabo como acreditava conhecer. Quanto aos meus amigos, a alguns peço desculpas, a outros agradeço por terem ido embora, de verdade.
           A dias venho reencontrando os velhos amigos, a galera de antigamente, e percebo o quão humanas são por não questionarem meu sumiço, mas sim por quererem saber como ando, como estive enquanto estava ''longe''. Sinto que estes realmente valhem a pena, que todos somos frutos de uma ótima geração, mas que poucso de nós valoriza o nome que tem, as pessoas que tem, o carinho e amor que recebe.
           Agradeço novamente, mas desta vez com um pouco mais de gratidão, aos meus amigos, aqueles compreensíveis, amorosos, de bom coração que realmente merecem o termo a que os foi atribuído. Amo vocês imensamente, cada um de um jeito diferente.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Depois de muito tempo (...)

           Me mantive afastada por um tempo de tudo aquilo que me fazia lembrar o passado, mas de tudo o que fiz, pouco adiantou. Estive pensando friamente em tudo que ocorreu em minha vida - sim, friamente - e percebi que quanto mais vivo o presente mais me apaixono pelo passado.
           Estou vivendo períodos nostálgicos, choros momentâneos, sufocos invisíveis, os instantes estão me apunhalando pelas costas e dizendo que a parte mais linda de mim encontra-se no passado, e que o sentimento que mais vibra em meu coração é a saudade. Não estou sofrendo, só não sei lidar muito bem com a situação, preciso de tempo, de ideias novas, pessoas novas, novos ritmos, outras sintonias, deferentes da minha. Me desculpem a informalidade, pessoas que se encontram agarradas em mim hoje, agora, no presente.. esqueci de avisá-los que nem tudo o que ocorre agora está sendo ruim, eu só acho que antes tudo era maravilhoso, sentido, realmente sentido.
           Toda vez que abro meu guarda-roupas, minha casa, ligo meu chuveiro, vejo meu álbum de fotos, saio - sempre - vejo as pessoas, que antes eram minhas, e que agora não são mais, na maior parte das vezes me pergunto o porque de tanta perda e hoje sei: assim como fazemos aniversário todo ano, as amizades se renovam, aprendemos a peneirar todos os nosso redor e dificilmente sete deles ficam. Outra parte que não compreendia era: por que tudo era tão passageiro, por que tudo TEM que ser passageiro?  E hoje sei que a ordem natural dos seres é progredir e jamas regredir - quem regride agride uma ordem natural - logo, todas aquelas pessoas, momentos, instantes, casas frequentadas, bebidas tomadas, passam, vão embora com o vento, com o tempo, com as horas.
           A teoria da relatividade é esta, nós jamais alcançaremos a velocidade da luz e não importa o quanto acelerarmos a corrida, o tempo vai voar para que não cheguemos onde queremos com astúcia. Não queria acelerar meu crescimento, nunca quis, eu só fiz questão de sugar apredizados até onde não tinha nada de produtivo, hoje sou uma pessoa exausta, podre, madura, não sei o que é me divertir com qualquer pessoa, preciso de verdade, EXIJO-A! Não admito a mentira, a falsidade - apesar de, em certas ocasiões, ser um mal necessário -, a falta de humildade, de sinceridade, de lealdade entre os corações.
           Escrevi tudo isso para provar à mim mesma que sou humana, pessoa, assim como qualquer outro, mas, ao contrário de muitos, sei que tive um passado, que dele saíram pequenos frutos do que vivo hoje, e que de hoje sairão os frutos do amanhã. Escrevi também por estar relativamente decepcionada com as pessoas que se julgam ser alguém que não são, e que não possuem perspicaz para ser também. Objetivo é uma coisa, ilusão é outra.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Divulguem até onde vai a capacidade das pessoas

Alguém, da forma mais simples possível, consegue me explicar por que ser cruel, em determinadas circunstâncias é bem mais fácil do que ser solidário e querer ajudar?
 
Meu nome é Lótus e vim aqui pedir ajuda para o meu tratamento. Acho que fui atropelada, não me lembro, foi tudo rápido. Fiquei 3 dias dentro da casa de uma moça até que fui resgatada pelo Adote um Gatinho. Então, passei uma semana na UTI porque tinha muita dor e precisavam me sedar o tempo todo para fazer curativo nas minhas patinhas traseiras. Minha pata esquerda tem fratura na altura do cotovelo e está cheia de necroses. Minha pata direita também está bem ruim, tanto é que corre risco de gangrenar. Estou fazendo muitos curativos e apesar de ser super dolorido eu não reclamo. Sou muito boazinha. Você pode me ajudar?

Razão Social: Adote um Gatinho
CNPJ: 08.858.329/0001-08

Itau - 341 Agência - 2970 Conta corrente - 12869-6

Bradesco - 237 Agência - 3334 Conta corrente - 6253-7

Cartão de Crédito
(Pag Seguro): https://pagseguro.uol.com.​br/checkout/showDonation.j​html#rmcl

Por favor, avisem a tia Su, pelo email susan@adoteumgatinho.org.b​r, o valor da doação, assim ela pode colocar o nome de vcs na prestação de contas do site!

Muito obrigada!
Ass. Lótus

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Last Second

            Sinto que cada coisa que faço devo aproveitar até o último segundo. Parece que as coisas vão acabar, ou que não terei mais o privilégio de tê-las. 
            Me sinto triste, e, ao mesmo tempo, satisfeita.. triste por não saber que sintoma é esse, e satisfeita por sentí-lo. Agora posso intensificar muito mais o que sinto e distinguir cada sentimento como um único sentimento. Parei de tratar meu coração como um todo, não tenho mais opinião formada quanto a nada, isso tudo porque me provaram que ainda há esperança e que o orgulho de ressurgir dos escombros é bem mais gratificante do que manter-se acima deles.
            Independente do que seja isso, espero que me faça crescer muito mais, que me faça perceber o real sentido dos atos de cada um e que eles me comovam cada vez mais, pra que eu mantenha um coração bom. Quero que cada segundo de minha vida seja surpreendente, não com coisas ruins, mas com tudo que jamais planejei ou imaginei ver, quero poder contar os minutos até uma grande realização e me sentir mais aflita do que nunca quando a hora chegar. Eu espero desesperadamente e ao mesmo tempo tranquila o suficiente pra que surja um amor da noite pro dia, pra que ele brote num piscar de olhos, e, se alguém disser que isso tudo é sonho ou ilusão, eu lhes garanto, quero vivê-lo, não importa quanto tempo dure, só preciso que a eternidade seja suficientemente boa para que eu jamais esqueça que sonhei, e que, principalmente, vi meu sonho tornar-se concreto -mesmo abstrato.

Glamour Girl Caxias do Sul 2011

            Hoje vim me redimir pelo que disse na postagem anterior/abaixo, devido ao resultado obtido no concurso. Decidi iniciar tudo isso frisando o quanto a candidata escolhida, independente da entidade a qual representa, é humana e merecedora do título. Em um mês de convivência quase que contínua com vinte cabeças extremamente diferentes da minha pude notar a essência de cada uma delas através da observação, e confesso que Marina Heinen é um exemplo de compreensão e paciência, possui todos os pré-requisitos avaliados durante o concurso, tem desenvoltura e principalmente, soube valorizar o que as crianças com câncer nos causaram -emocionalmente falando-, soube explicar isso aos jurados de uma forma comovente e ao mesmo tempo objetiva. 
            Agora, como a questão hoje, na minha opinião, é o que disse a uns dias atrás, resta-me pedir desculpas à todos pela forma totalmente indiscreta a qual os dirigi a palavra, peço que compreendam e relevem o quanto me senti mal com a notícia recebida no momento da postagem e o quanto a decepção aflorou em mim. Sinto-me grata por não ter sido expulsa do concurso e mais grata ainda por ter assistido de perto o triunfo do bem. 
            Novamente, assim como fiz em outras redes sociais, quero agradecer ao Hospital Geral por me conceder a oportunidade de representá-lo neste concurso que é tão importante para Caxias do Sul e para a Liga Feminina de Combate ao Câncer; agradeço também à minha mãe pelo apoio moral e pela presença confirmada em todos os eventos nos quais tive que comparecer. Um muito obrigado, de coração, a todas as candidatas, pelo apoio e união que mantivemos na reta final, pela oração que fizemos, pelos abraços recebidos e as parabenizo pela conquista interior de cada uma.
            Como candidata deste concurso pude perceber que os malditos pré-conceitos foram quem construíram o desgraçado mundo em que vivemos. Pude notar que o dom de ser humano é valorizado, até mesmo na alta classe social.. me senti deslocada em alguns momentos, mas sei o quanto isto me acrescentou e o quanto me senti acolhida em meio a tanto dinheiro e suposta falta de humildade. Jamais julgue um todo como lixo, porque os muitos que nos restam são único e exclusivamente HUMANOS e donos de si, seguros do que fazem e não dependem de subornos, praticam pelo bem e, principalmente, por auto-realização. Parabéns à todas as candidatas, inclusive a mim, e obrigada pela experiência. Agora sei que, de toda essa gente má e mal encarada, muitos com muito e muitos sem nada, salvam-se aqueles, que de livre e espontânea vontade, lutam por si só e tem vergonha do muito que possuem.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Descrença social

            Nesta noite fria pretendo lhes dizer o quanto estou triste ao receber uma notícia da qual espero que leiam no Pioneiro de amanhã (04.07) sobre o concurso Glamour Girl Caxias do Sul 2011, no qual sou candidata e represento o Hospital Geral de Caxias do Sul. Eu quis acreditar que pelo menos uma vez na vida eu encontrasse algo que não tratasse só de dinheiro, mas sinto que as coisas não funcionam assim no mundo tão capitalista e individualista em que vivemos. Espero, de coração, que nenhum de vocês choquem-se como eu, que tive o desprazer de descrer na palavra dos seres humanos.
            A oportunidade que tenho de falar, em 16 anos de vida, é única, então eu definitivamente soltarei a boca no trombone enquanto é tempo. À todas as pessoas que lerem isso, espero que reflitam sobre seus conceitos, princípios e até modo de vida, quero que valorizem mais o que se tem de emocionante e não o que se ganha de físico ao final disso; quero que entendam o real sentido dos acontecimentos, e que os relatem em sua real versão também, pra que aprendam com isso. Exijo que todos tratem a autenticidade como preferência, que deixem rastros de quem são realmente e não do que querem ser, porque isso não fará história, mas sim cicatrizes tortuosas.
            Para praticar o bem não existe padrão de pessoa certa, qualquer um de nós é capaz de executá-lo e, se soubermos administrar, obteremos sucesso sempre, tanto para quem doa, quanto para quem recebe. Jamais me cobrirei com uma máscara maquiada e farei o que não gosto para me tornar famosa, faço trabalho voluntário porque amo e não porque busco sucesso ou reconhecimento -o que nunca seria demais, no meu ponto de vista, se as pessoas considerassem mais aqueles que realmente fazem para merecer.
            Resumindo minha complexada conclusão às demais candidatas e até mesmo à Liga Feminina de Combate ao Câncer, eu estou decepcionada com o quão humanas são diante do concurso e o quanto valorizam o seu próprio esforço -que não é muito quando se tem condições de subornar jurados-, peço-lhes que não façam de suas vidas uma matemática financeira que dizem não ter fins lucrativos. Eu só espero que alguém humilde o vença, para poder engolir todas estas palavras. 
            Um abraço!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Humano desumano (?)

            Primeiramente quero relatar-lhes sobre uma palestra que acabo de assistir, na qual a última frase valeu pelas duas horas em que criei raíz na cadeira. O homem disse, mais precisamente, Francisco: "O objetivo de uma ação social iniciada em um hospital não é, necessariamente, manter a situação finaceira equilibrada ou algo do gênero, é fazer com que o paciente que entra aqui na INCAN enxergue, daqui da janela de vidros lisos, a vida linda que tens lá fora pra viver, que ele veja o quanto é bom a resiliência nos momentos em que nos encontramos em apuros, como eles, que sofrem de câncer. É também conservar a relação paciente/cuidador -enfermeiro, técnico em enfermagem, médico, cirurgião, farmacêutico, etc.- é fazer com que os aparelhos ali postos, nas salas de recuperação ou de quimiterapia não os impeça de enxergar suas almas, seus olhares sinceros, sua busca por respostas em meio a tantas dúvidas. A tecnologia nos impediu de tocar em nossos pacientes para que sentíssemos a leveza ou o peso com que carregam a doença. Muitas vezes presenciei pacientes em coma, em cima de uma maca, no qual os olhares clamavam por respostas, porque apesar de estarem em estado vegetal, eles ainda possuíam cérebro e, principalmente, coração.. aquele que sempre exige atenção, mesmo distante. A questão que quero levantar, aproveitando minha fala anterior é que o real, e talvez mais profundo objetivo disso é despertar o espírito humano de nossos funcionários -o qual, na minha opinião, jamais devia adormecer-, não deixar que os aparelhos respiratórios ou até mesmo os medicamentos substituam sua existência, sua utilidade HUMANA."
            Quando ouvi todas essas palavras eu definitivamente me paralisei a tanta coisa linda, e digo com toda certeza, este homem foi o mais breve possível ao relatar tudo isso, ele usou de dez a doze minutos para entrar na cabeça de cada um e, principalmente, nos fazer tocar a consciência; com APENAS isso, ele mudou percepções jamais percebidas, que em meio a tanta correria, acabamos olhando, mas não vemos.
            Agora, como uma boa "escritora" de meu próprio blog, quero levantar uma questão e espero respostas sinceras. Pare, pense em tudo que eu e Francisco vos dissemos, será que este tempo todo fomos dignos da denominação de nossa espécie, ser humano? Ou só agora pensamos nas pessoas que não tem uma mínima parcela de culpa por sofrerem injustamente e diretamente pelo sistema? 
Um abraço à quem leu, e, meus queridos, isso sim é conteúdo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Filantropia, um ato de amor à humanidade

            Bom, iniciando nossa conversa de eu para mim quero colocá-lo que sinto-me lisonjeada pelos elogios que recebo; realmente, eles são minha inspiração.
            Como todos sabemos, amor é um assunto muito complexo e abrangente, possui inúmeros conceitos e fórmulas - até mesmo matemáticas. Já lhes disse o que penso sobre o amor e o que busco para mim, talvez poucos de vocês não tenham entendido do jeito como eu queria, mas, que fique claro, toda e qualquer interpretação é livre.
            Quanto à filantropia, acho extremamente necessário frisar que agir filantropicamente não envolve dinheiro, nem qualquer outro bem material. Trata-se de ações voluntárias; solidárias, vindas de instituições não estatais, pois nos negamos a receber doações - tanto porque esse não é nosso objetivo - de sonegadores de impostos, injustos e manipuladores de mentes fracas que formam os grupos do legislativo e executivo. Amar a humanidade é uma expressão mais figurativa do que prática, nós ajudamos a quem precisa, aí vai de cada um concluir se isso é amor, redimissão - dos pecados antecessores -, ou obrigação - em questão de consciência.
Sinto-me extremamente tranquila quando me refiro ao amor com tanta convicção, 
porque eu sim sei o que é amar.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

I am you, I am loneliness in search of company (L

Devemos apenas nos divertir, e quando o romance acaba: seguimos em frente, justamente pra que a saudade não se torne mais forte do que nossa própria vontade de vencer o tempo ou as circunstâncias. ♥