Bom, iniciando nossa conversa de eu para mim quero colocá-lo que sinto-me lisonjeada pelos elogios que recebo; realmente, eles são minha inspiração.
Como todos sabemos, amor é um assunto muito complexo e abrangente, possui inúmeros conceitos e fórmulas - até mesmo matemáticas. Já lhes disse o que penso sobre o amor e o que busco para mim, talvez poucos de vocês não tenham entendido do jeito como eu queria, mas, que fique claro, toda e qualquer interpretação é livre.
Quanto à filantropia, acho extremamente necessário frisar que agir filantropicamente não envolve dinheiro, nem qualquer outro bem material. Trata-se de ações voluntárias; solidárias, vindas de instituições não estatais, pois nos negamos a receber doações - tanto porque esse não é nosso objetivo - de sonegadores de impostos, injustos e manipuladores de mentes fracas que formam os grupos do legislativo e executivo. Amar a humanidade é uma expressão mais figurativa do que prática, nós ajudamos a quem precisa, aí vai de cada um concluir se isso é amor, redimissão - dos pecados antecessores -, ou obrigação - em questão de consciência.
Sinto-me extremamente tranquila quando me refiro ao amor com tanta convicção,
porque eu sim sei o que é amar.
amor não é descrito. só existe uma coisa que define o amor: vivê-lo, e nem isso o descreve. Vai além de qualquer pequena, grande ou notável percepção. Só é visível e permanente quando praticado - só é perene quando termina. o amor é parecido com o que antecede o momento: os poucos trechos antes do acontecimento. é imprevisível, selvagem, e pende para a bipolaridade. Cuidado - ele te pega.
ResponderExcluirDescrevi um ato e não, necessariamente, o amor em si; nesta postagem não. Acredito piamente que o amor é como definou-o.. então, isso não deixa de ser uma descrição, dele antes, durante e depois. Cada um o sente de uma forma diferente, muitos acreditam que o amor não seja realmente o amor.. isso é discutível.
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